Seu Freio Me “é”

poema

Em torres de malícia

encorpei meus pecados,

onde a constância de seus olhos

me espanca em

seu castanho claro.

O amendoado

me vem coado

em café

inda há fé em pé,

marchando na toada

do seu riacho, acho ser…

Há delícia em te degustar

mordendo em lábio

o que se quer não quer

em tenro

fálico!

Ahh, delícia é

acarinhá-la é

estasiá-la é

abocanhá-la é

dos “és”, o que mais cismo em dizer,

mulher.

O seio, o texto, o gesto, o meio

e tudo que demais me vem

absorvo, absorto, seu freio

que me leva,

Cadente!

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