Arquivo do mês: novembro 2011

Introdução a Mim I

       MIMMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMI Decerto tenho um pouco de tom, Perdido numa imensidão de desejo. Talvez tenha uma alma pequena Em cada parte do meu amor.        MIMMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMI Tenho, sim! Uma intuição simples De que um dia, o … Continuar lendo

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A Rua Moça

  RUA RUA RUA RUA RUA RUA RUA RUA RUA A rua fria se cria. A rua moça A rua estreita A rua espreita a sua foça. A rua bela A rua zela  a lua Azul. RUA RUA RUA RUA … Continuar lendo

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Como a Rosa

Rosa Rosa Rosa Rosa Rosa Rosa Rosa Rosa Você é como a rosa Que desabrocha em meu peito; Puro ardor incomparável Hostil opinião, em que tudo é perfeito. Rosa Rosa Rosa Rosa Rosa Rosa Rosa Rosa Sei que não sou … Continuar lendo

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Introdução a Mim III

Sou um frágil inconsciente Tento, impavidamente, salvar meu pudor, mas é tão belo o calor destemido e fremente  que o horror coerente embala meu furor.   MIM Necessito de um conforto pleno e correto que decerto nunca encontrarei  em minhas instâncias, … Continuar lendo

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Poesia Vadia

Vadia A poesia como cachaça, é dolorida passeante ante os lírios, vaidosa, a poesia vadia só, vadia passeante ante a reminiscência, chorosa. Vadia Nua, à gota de suor empreguina, bafejando ao infinito a pura realiza que se de quando em … Continuar lendo

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