Fazendo Mito

Não se esqueça!!!!

Inflando as bochechas

Nasce já de corcunda,

Aos saracoteios, às queixas.

A luz o excomunga.

Tem nariz de ferro bom

Fuma fuligem, ventão-poeira,

Cresce às margens, com

Brilhos em data “fevereira”

À noite se veste com brisa de Lua

E uiva feito cão ruim,

Monta em sua saúva crua

Tomando fermento a parecer cauim.

Baladeiam, esquenta e frita

Espuminha de canseira com sono,

Sonado em paz que irrita:

Pesado e morto, seu dono.

Quando a pança é leve, candonga,

Pra comer compaixão, o fero.

No fim de ano conta, pula onda

E consegue passagem a Lero- Lero.

Transporta porta, cadeira madeira

Com breu nos olhos e mão em feridas.

Conserta boneca e panela na feira,

E conta piadas já ridas.

Mulheres? Se tem, se cala

Filho? Se tem, esconde

E pra agrado dá bala

_ Filho, onde? Onde?…

No vento balança, cavuca e cutuca

Atento, estoura tórax no Mané

_É homem, mulher? Quem é?

Faceiro, é o mito Brazuca!

fgfdgdgdfgdfgdfgdfgdfgdgfdgdfgdfgdfgdfgdfdfgdfg           _Maickson Alves_ 24/07/2006

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