Mudo

antes

A vida é uma constante

De mudanças

E fianças!

Tenho pra mim que sou azul!

mundo

Chega amanhã: sou verde

À tarde: sou Abapuru

Noitinha: sou Oscar Wilde

O vento muda de lado

Sem pretensão.

Porque a vida não…?

pense

Tenho pra mim que sou marmelo!

Amanhã: goiaba

À tarde: uva

Noitinha: brisa em lata de conserva.

ande

E o vento muda,

Mudo, sem fala

Se cala e deixa

A muda verde

Me olhar da lata!

Tenho pra mim que sou azul!

seu

Os endereços mudam

Caráter, horários

E o Tudo muda, sem merecer!

A terra muda

E a muda agradece

Por assim, crescer.

Tenho pra mim que sou Azul!

meu

A TV muda, era cinema

De Chaplin preto e branco

– beleza cômica.

Olhe hoje o edema!

Olha a mudança faraônica:

Mônica cresceu

Cebolinha também.

Amém!?

Que nada! Prefiro outrem…

meu

Os preços mudam

A ganância muda de ordem

A infância cresce em desordem

Enquanto a “intolerância

É um forno de pedras alcalinas!”

seu

O que não muda nestes afins

É, no jogo, minha falta de sorte

A certeza de morte

                                                              E a berMUDA Jeans!

 

xfcdsfsdfsdf      fds _Maickson Alves_

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