Almejo o Que Talvez Já “Sejo”

Hoje sou tão pouco daquilo que almejo e almejei, mas isso não me faz pouco perante o todo. Gosto daquilo que sou e cultivei em minhas desventuras e felicidades aleatórias; da forma como trato as coisas e pessoas ao meu redor, gosto do meu carinho por tudo que me toma…

Sou calculista de tudo: penso muito pra tudo. Se falo pouco, normalmente, é que prefiro antes pensar que ser um tagarela inconsequente. Contudo, quando começo a falar, sobre o que gosto de falar e com quem gosto de falar, a fala me sai assim, como corcel a cavalgar. O silêncio sempre foi um amigo convicto, e nunca me deixou…

Hoje sei que tenho poucos sonhos nessa vida, mas as metas sobressalentes são mais a minha praia… o sonho é coisa fugaz, sem sumo e nem coragem de ser real… agora meta, é certeza incondicional de que Fará Terá Será… A meta é mais divertida pra quem gosta de brincar com a fé em si. Sonho é bom, gostoso, delirante e fantástico, mas nada prático. O que enche a pança das Vontades são as metas, elas sim movem terras, idéias… práticas.

As vezes choro como já contei algumas postagens anteriores, ainda assim, tenho pra mim que sou a pessoa que deveria ser neste presente momento_ não pulemos etapas, afinal toda luta, tem suas frustrações, dores, sempre com propósitos que competem a lutar mais. Vejo-me sendo lido nos ônibus, assim como vejo tantos outros; vejo-me comentado, lembrado, admirado por aquilo que criei, desenvolvi, deixei florescer… Vejo-me como a planta rude do sertão que no cárcere de seu próprio ambiente achou um alforje com água e algum broto pra comer em esperança… Assim me imagino! Vendo despencar das árvores as frutas maduras que cativei com meu suor, sem tentar pular a etapa de comprar a semente!

Acho até estranho quando as pessoas se menosprezam, rebaixam, por motivos incompreendidos, quando deveriam se auto-reverenciar, salvar-se de palmas: rústicas, sujas, calejadas, todavia, suas próprias palmas_ pois é a unica pessoa gabaritada para SE conhecer.

Sou único com os meus problemas, único com os meus desejos e único, ainda mais fremente, com a minha incompreensão de que sabemos tudo e somos donos de toda verdade e realidade!

 

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{[(Sou montanha de pernas próprias!)]}

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