(…)

Sinto como se fosse complacente demais,

bom demais, compreensivo…

mas não sei se tudo isso tem algum retorno,

se me vem às minhas mãos algo igual ou, ao menos,

parecido com essas minhas atitudes…

Não consigo conviver com o fato de ser tão dedicado assim…

Sonho com o dia em que terei uma resposta…

uma retribuição por essa minha mania de cuidar, zelar, amar, querer…

Quero uma bela cadeira de balanço nesse jardim de poucos…

Seguidas vezes me vejo sob a pergunta:

“Faço alguma coisa de errado?!”

… Vezes mil me esforço tanto pra ser essa pessoa…

que choro por dentro em me esforçar…

Tenho toda felicidade nas mãos

mas a tristeza da insegurança,

da coerência e sinceridade dessa felicidade…

Queria descobrir quem mente, quem esconde e quem não se decifra por mim!

Vou dormir… minha caneta fala mais que minha boca…


Desculpem!

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